Eis que mais uma vez comemoramos o Natal.
Como de costume, o comércio está em festa e as ruas cheias
parecem contrastar com a realidade dentro de muitos lares. Penso no que se
passa em tantos rostinhos que brilham como os pisca-piscas das árvores. As crianças sorriem e aprendem a desejar presentes desde cedo. A cultura natalina nem sempre expressa o
verdadeiro sentido dessa data.
E eu volto a memória a uma criança específica que nasceu há
anos, quando nem pensávamos em
existir... E o menino nasceu tão distante de nós, geograficamente falando. Naquela
noite algo diferente acontecia que marcaria para sempre muitas vidas. Não há como
negar: Ele foi e sempre será um divisor de águas. Pelo seu nome pessoas
concordam e divergem opiniões. Pelo seu poder o impossível acontece. Pela sua graça somos perdoados e
alcançados, sem sequer merecermos.
O presente foi real naquela noite. Não o encontramos nas
lojas e nos shoppings. Não conseguimos comprá-lo com moeda alguma, por mais
valiosa que seja. Não podemos dá-lo de
amigo-oculto. O presente tornou-se atemporal, não limitado à época do ocorrido.
O presente é eterno.
Talvez precisemos repensar no que temos transmitido às
gerações. Somos instruídos a falar sobre o que ouvimos e aprendemos dos nossos “pais”, a contar às vindouras gerações sobre
os louvores do Senhor, do seu poder e as maravilhas que Ele fez (Salmo 78).
Quem tem sido a figura principal desse Natal, que tanto encanta nossas
crianças? A responsabilidade de transmitir-lhes o verdadeiro conhecimento é nossa. Nesse Natal, quero poder falar do presente que mais
encantou a minha vida: Jesus!

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